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Bombeiro que matou dono de hamburgueria por causa de obra se entrega à polícia no DF

O bombeiro militar da reserva e tatuador Ariston Ferreira Campos, de 50 anos, suspeito de matar o dono de uma hamburgueria em Sobradinho, no Distrito Federal, se entregou à polícia nesta sexta-feira (6). O crime ocorreu na tarde de terça-feira (4) e foi registrado por câmeras de segurança.

Segundo o delegado Hudson Maldonado, chefe da 13ª Delegacia de Polícia, de Sobradinho, Ariston se apresentou em um batalhão do Corpo de Bombeiros no Plano Piloto. Ele foi levado para a delegacia, onde teve a prisão decretada pela Justiça cumprida.

No interrogatório, Ariston disse que matou o vizinho de loja, Joárdenes Rufino Sousa da Silva, de 44 anos, por legítima defesa, mas a polícia descarta a versão por causa das imagens de uma câmera de segurança (saiba mais abaixo). O militar disse também que estava incomodado com as obras que a vítima fazia na hamburgueria que tinha no mesmo prédio onde o Ariston trabalha como tatuador.

📌O sargento foi levado ao Complexo Penitenciário da Papuda, onde ficará em uma ala destinada a militares da reserva.

O militar disse que atirou porque a vítima fez uma ameaça. No entanto, as imagens do crime contradizem essa versão, segundo o delegado.

“As imagens demonstram que ele tinha, sim, duas alternativas: atirar ou não atirar. A vítima não lhe impôs nenhuma pressão ou ameaça para que ele efetuasse o disparo. […] Ele agiu de forma deliberada e cruel, um ato banal, estúpido”, diz Maldonado.

O delegado também afirma que Ariston alegou ter usado uma pistola calibre .380, registrada no nome dele em razão da função de bombeiro militar. No entanto, a mesma arma foi declarada como extraviada há anos.

“Isso levanta a suspeita de que ele tenha utilizado uma arma ilegal, uma arma fria, e agora esteja com receio de responder também pelo crime de posse ou porte ilegal de arma de fogo”, diz Maldonado.

Ariston deve responder por homicídio qualificado por motivo torpe, fútil e por impossibilidade de defesa da vítima. A pena pode chegar a 30 anos de prisão. Ele foi levado ao Complexo Penitenciário da Papuda, onde ficará em uma ala destinada a militares da reserva.

Fonte: G1 DF

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