Pesquisar

GDPR Compliance

We use cookies to ensure you get the best experience on our website. By continuing to use our site, you accept our use of cookies, Privacy Policy, and Terms of Service.

DUBBOX

Brasília recebe a 26ª Parada LGBTQIAPN+ neste domingo com foco na juventude e nas periferias

Com o tema “Jovem, LGBT, Periferia, Orgulho”, a 26ª Parada do Orgulho LGBTQIAPN+ 🌈 acontece neste domingo (6), em Brasília. A concentração está marcada às 14h, em frente ao Congresso Nacional, com desfile pela Esplanada dos Ministérios.

Além de celebrar a diversidade, o evento também será palco para dar visibilidade às demandas da comunidade, como o combate à violência, a luta por políticas públicas inclusivas e o acesso a direitos básicos.

A Associação Brasília Orgulho é a organizadora da Parada LGBTQIAPN+, que contará com a presença de nomes como Grag Queen, Mc Carol e Naninha.

O projeto, realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) do Distrito Federal, é valorado em R$340 mil.

Em meio à mobilização social promovida pela parada, organizações do movimento LGBTQIAPN+ cobram ações concretas do Governo do Distrito Federal (GDF).

O Estruturação, coletivo de Brasília, pede a criação imediata do Conselho Distrital LGBTQIAPN+. O coletivo também destaca a tentativa de regulamentação da Lei Maninha (Lei nº 2.615/2000), que prevê sanções por LGBTfobia, mas está há mais de 20 anos sem aplicação prática.

Segundo o presidente do grupo, Michel Platini, não há diálogo real com o governo local. Ele afirma que a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) rompeu as discussões com a sociedade civil e promove uma política de fachada.

Procuradas pelo g1, a Sejus e a Coordenação de Políticas de Proteção e Promoção de Direitos e Cidadania LGBT não se manifestaram até a última atualização desta reportagem.

“A Coordenação LGBT+ da SEJUS não dialoga, não articula, não constrói políticas públicas com o movimento. É uma instância esvaziada de legitimidade, que ignora a realidade e as urgências da nossa população”, ressalta o coletivo

Outra medida é a criação do comitê gestor para elaborar a política distrital de enfrentamento à LGBTfobia.

“Ocupamos espaços e as ruas para mostrar a força da comunidade LGBT do DF e o quanto temos a celebrar e ainda a conquistar até a cidadania plena”, ressalta a associação.

Em junho, a 4ª Conferência Distrital LGBTQIAPN+ do Distrito Federal apresentou um total de 16 propostas, divididas entre quatro eixos temáticos. Os temas abordam:

Estruturação, a Coordenação de Políticas de Proteção e Promoção de Direitos e Cidadania LGBT cobra da Sejus “respostas adequadas às necessidades da comunidade”.

O grupo aponta a ausência de políticas públicas efetivas em áreas da saúde, educação, segurança e empregabilidade para a população LGBTQIAPN+ no DF e solicita uma política distrital específica, com metas, orçamento e acompanhamento.

“O GDF precisa urgentemente lançar campanhas de combate ao ódio e ao estigma, promovendo a valorização da diversidade e o reconhecimento dos nossos direitos. Chega de omissão. Chega de promessas não cumpridas. O tempo da invisibilidade acabou”, conclui o presidente do Estruturação.

Fonte: G1 DF

Prev Article
Pesquisa distrital sobre segurança pública começa nesta segunda (7) no DF
Next Article
e-Candangão: festival de tecnologia terá entrada gratuita e mais de R$ 40 mil em prêmios; veja como participar

Postagens relacionadas: