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Chão cede e três túmulos se abrem em cemitério do DF

Parte do chão cedeu e três túmulos se abriram na tarde domingo (19), no cemitério Campo da Esperança da Asa Sul, em Brasília. O buraco foi registrado por uma pessoa que passava pelo local.

Não havia pessoas passando pelo local, portanto ninguém ficou ferido. Em nota, a Campo da Esperança — administradora dos cemitérios do Distrito Federal — diz que as causas da erosão estão sendo analisadas e que “isolou a área e iniciou os reparos”.

“Erosões como essa, embora tenham ocorrido em outras ocasiões, são casos isolados, provocados, normalmente, por excesso de chuvas”, afirma a Campo da Esperança (leia íntegra da nota abaixo).

Essa não é a primeira vez que isso acontece nos cemitérios da capital. Em 2024, alguns casos foram registrados:

Dois túmulos se abriram durante a celebração do Dia de Finados, que reuniu milhares de pessoas no local. A Campo da Esperança disse, à época, que a erosão foi “totalmente reconstruída com placas de concreto e revestimento de grama” e afirmou que fez inspeção nas áreas próximas.

Uma mulher caiu em uma cova enquanto limpava o túmulo de um parente. Ela foi atendida por um bombeiro. A administradora dos cemitérios do DF afirmou que “esse tipo de acidente é raro, mas pode acontecer nessa época de chuva, quando o solo está mais úmido”.

Em janeiro, um terreno cedeu durante um enterro no Campo da Esperança de Taguatinga e 10 pessoas caíram dentro da cova. Cinco ficaram feridas no acidente. À época, a empresa administradora dos cemitérios explicou que “o chão cedeu pelo peso”.

Além dos casos de desabamento, quem anda pelos cemitérios da capital reclama de:

“As causas da erosão ocorrida na Quadra 913 do Setor C do Campo da Esperança neste domingo (19) estão sendo analisadas pela equipe de engenharia da concessionária.

A empresa isolou a área e iniciou os reparos imediatamente após o incidente. A expectativa é que o trabalho seja concluído na segunda-feira (20).

Ninguém se feriu e nenhum caixão chegou a ficar exposto.

Erosões como essa, embora tenham ocorrido em outras ocasiões, são casos isolados, provocados, normalmente, por excesso de chuvas. A empresa trabalha para minimizar esse risco com inspeções constantes nos terrenos.”

Fonte: G1 DF

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