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Viver 60+: Bailinho de Carnaval reúne mais de 100 pessoas idosas em Sobradinho

O Carnaval ainda não chegou oficialmente, mas a festa já começou na Associação do Idoso de Sobradinho. Na manhã desta terça-feira (25), mais de 100 idosos participaram do Bailinho de Carnaval Viver 60+, promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF). Ao som de marchinhas, os foliões se divertiram com muita dança, fantasias e máscaras, além de atividades voltadas à saúde e bem-estar, como aula de zumba, aferição de pressão arterial e orientações sobre cuidados no Carnaval. Para completar a festa, um café da manhã foi servido para repor as energias.

A animação tomou conta da pista de dança. Aos 72 anos, Neuza Augusto de Oliveira não escondeu a empolgação: “Isso aqui é maravilhoso! Brincar, dançar, conversar com as minhas amigas… muito melhor do que ficar o dia todo dentro de casa, ‘caçando doenças’. Estar aqui é importante para a nossa saúde e qualidade de vida”, comemorou.

Mais do que diversão, a iniciativa tem um impacto positivo na saúde mental e emocional dos idosos. Florentina Aquino, ou simplesmente Flora, de 86 anos, é um exemplo disso. Ela encontrou no projeto Viver 60+ um novo motivo para sorrir. “Eu tive depressão porque só ficava em casa. Depois que comecei a participar das atividades do programa, minha vida mudou. Hoje sou muito mais feliz! Esses projetos precisam continuar, porque ajudam muito a mim e às minhas amigas”, contou.

Ações para a longevidade

O Viver 60+ realiza ações ao longo de todo o ano, incentivando a prática de atividades físicas, inclusão social, lazer, cultura e socialização para pessoas com 60 anos ou mais. Com a proximidade do carnaval, as atividades ganharam um toque especial, mas o evento não se limitou ao baile. Além da festa, os idosos tiveram acesso a serviços de testagem rápida, cuidados com a saúde, atendimento humanizado e orientações sobre prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, destacou a importância de iniciativas que promovam a integração da terceira idade. “Muitas vezes, essas pessoas acabam ficando sozinhas em casa, principalmente quando não moram perto dos filhos ou netos. O Estado tem o dever de atuar em projetos que promovam inclusão, saúde e qualidade de vida para a pessoa idosa”, ressaltou.

*Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

Fonte: Agência Brasília

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