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Grupo que teria extorquido mais de 250 brasilienses é alvo de operação

Nesta terça-feira (2), dez suspeitos foram presos por integrar esquema de extorsão em sites de relacionamento e prostituição. O grupo foi preso em flagrante em Montes Claros, no estado de Minas Gerais. Somente em Brasília, foram cerca de 250 ocorrências contra a associação criminosa. 

Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), os envolvidos atuam há mais de cinco anos. Ao todo, as extorsões causaram um prejuízo de R$1 milhão às vítimas. Além do DF, também praticavam crimes em outras regiões do Brasil, como o Rio Grande do Sul e o Piauí. 

A previsão é que o rombo contra as vítimas seja ainda maior ao contabilizar as outras localidades, algo em torno dos R$15 milhões.  Durante a operação de hoje, foram apreendidas armas, joias, documentos, carros, celulares, cartões, entre outros pertences. Confira os registros a seguir: 

Modus Operandi 

Os suspeitos abordavam as vítimas nos sites como acompanhantes e exigiam valores extras pelo tempo de cada serviço. Se as pessoas negassem pagar os valores, eram alvo de ameaças contra a própria vida e a família. Os indivíduos usavam engenharia virtual para obter os dados pessoais das vítimas, como local de trabalho e nome de familiares. 

Enquanto em um primeiro momento negociavam um programa, no outro alegavam ser faccionados. A corporação informou ao portal Atividade News que vídeos e imagens de pessoas armadas eram enviados com frequência como forma de intimidação psicológica. 

O grupo contava com uma divisão de funções nas áreas de liderança, logística e suporte financeiro. A movimentação do dinheiro ilícito acontecia por meio de transações de contas bancárias e chaves PIX. 

Apesar das prisões nesta segunda, outras três suspeitas continuam foragidas. São elas: Victoria Fagundes Braga, Evelyn Cardoso Pereira e Jovelice Gonçalves Santos. Até o momento, não há pistas do paradeiro das mulheres. Caso identifique uma das envolvidas abaixo, denuncie pelo 197. 

O caso continua em processo de apuração e conta com o apoio da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). Até a publicação desta matéria, não há mais detalhes dos trâmites entre as corporações. Se as foragidas forem presas, podem responder por associação criminosa e extorsão junto com o restante do grupo. 

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