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Colégio de Brasília conquista 414 medalhas na Olimpíada Canguru de Matemática

O Canguru de Matemática é uma das maiores competições estudantis do mundo, com provas de raciocínio lógico e resolução de problemas para alunos do 3º ano do ensino fundamental ao 3º do ensino médio. No Brasil, o número de inscritos cresceu 229% desde 2019, chegando a mais de 1,5 milhão em 2025. As escolas particulares lideram a participação, com 58% das inscrições e 70% dos concorrentes.
Na escola, os resultados também foram motivo de comemoração. O número de premiações quase dobrou em relação ao ano passado: os alunos conquistaram 414 reconhecimentos, entre medalhas de ouro, prata, bronze e certificados de mérito. Em 2024, haviam sido 225.
O professor e coordenador do curso de Matemática, Marcelo Almeida, destaca a importância cada vez maior das competições acadêmicas no ambiente escolar. “As Olimpíadas do conhecimento vêm ganhando cada vez mais espaço no cenário educacional brasileiro, e não é por acaso. Elas representam uma poderosa ferramenta de valorização da aprendizagem, identificação de talentos e incentivo à excelência acadêmica”, afirma.
Para ele, mais do que competir, o envolvimento dos alunos promove experiências transformadoras. “Participar de uma Olimpíada é, para muitos, o primeiro contato com um ambiente em que pensar, resolver problemas e ir além do conteúdo escolar são vistos como algo nobre e admirável”, diz. “Isso gera um ciclo virtuoso: o estudante se sente desafiado, estuda mais, se desenvolve e, com isso, ganha confiança e autoestima.”
Além do impacto individual, Marcelo ressalta os reflexos no ambiente escolar como um todo. “Instituições que incentivam a participação nas Olimpíadas geralmente experimentam uma elevação no nível acadêmico, tanto entre alunos quanto entre professores.”
Outro ponto que ele destaca é o papel social desse tipo de iniciativa. “Elas ajudam a descobrir talentos que, muitas vezes, estão escondidos em contextos de vulnerabilidade. Um bom desempenho em uma Olimpíada pode abrir portas, oferecer bolsas de estudo, oportunidades em universidades renomadas e até alterar os rumos de uma vida inteira.”
Na preparação dos alunos, a escola adota um plano estruturado que combina desafios constantes com apoio contínuo. “Nosso objetivo é garantir que todos tenham acesso a um ensino desafiador, estimulante e voltado para o desenvolvimento do raciocínio lógico, da criatividade e da autonomia intelectual”, explica Marcelo.
A agenda olímpica continua cheia: no início de junho, os alunos participaram da primeira fase da OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas) e também representarão a escola na OMDF no segundo semestre. “No dia 03 de junho, nossos alunos participaram da primeira fase da OBMEP, e também disputaremos a OMDF”, confirma o coordenador.

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