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Servidor do MinC é afastado após estouro de denúncias ligadas ao registro indevido de mulheres

Após ser alvo de busca e apreensão por produzir imagens de mulheres em banheiros, o servidor federal foi afastado do cargo que exerceria no Ministério da Cultura (MinC). A informação foi confirmada pelo próprio órgão nesta quinta-feira (15). O suspeito tinha o costume de instalar câmeras em festas, lugares públicos e na casa de familiares para captar a intimidade de cada um. 

Além do afastamento, o MinC informou ao portal Atividade News que tomou outras medidas como: a apreensão do computador institucional do suspeito para apuração; apreendido; solicitação de uma varredura no bloco B junto à Polícia Federal (PF) e a abertura de um processo administrativo. 

“Não há indícios de que as ilegalidades tenham ocorrido nas dependências do Ministério da Cultura”, reforçou o órgão. No âmbito da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), as apurações continuam em andamento. O caso do servidor veio à tona após denúncias de vítimas chegarem à corporação. 

Em uma das denúncias registradas nesta última terça-feira (13), a vítima relatou ter sua imagem capturada sem autorização no mês de abril. A situação teria acontecido entre os dias um e 12 de abril na Asa Sul, na SQS 207. 

Os casos estão sendo apurados como crimes da Lei Maria da Penha, crimes praticados pela internet e registro não autorizado da intimidade sexual. Além das imagens, o suspeito seria viciado em pornografia e necrofilia, conhecida como a prática carnal em cadáveres. Não há mais atualizações da investigação. 

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