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Projeto Viver 60+ é destaque em lançamento de gibi da Turma da Mônica sobre valorização da pessoa idosa

O processo de envelhecimento começa desde o momento em que nascemos e o combate aos estereótipos sobre a velhice é uma importante iniciativa para promover a dignidade humana. Essa valorização da pessoa idosa é uma das principais atuações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), que, por suas ações marcantes na inclusão social desse público, foi convidada, pelo Instituto Maurício de Sousa e o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), para participar, nesta quarta-feira (26), do lançamento do Gibi Intergeracionalidade, da Turma da Mônica. O evento foi realizado na Escola Classe 502 do Itapoã.

A revista em quadrinhos aborda a convivência harmoniosa entre pessoas de diferentes idades e apresenta o conceito de intergeracionalidade como uma estratégia para combater a discriminação contra as pessoas com mais de 60 anos. A história obedece uma das diretrizes do Estatuto da Pessoa Idosa, que prevê a inserção de “conteúdos voltados ao processo de envelhecimento, ao respeito e à valorização da pessoa idosa, de forma a eliminar o preconceito e a produzir conhecimentos sobre a matéria” nos currículos das escolas.

Com isso, o projeto Viver 60+ ganha mais uma ferramenta para atingir o objetivo de reforçar o convívio entre as diferentes gerações. “Esse gibi é uma forma de trabalhar a intergeracionalidade, abordando a importância da pessoa idosa. Eu conversei com a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, e falei que quero implementar, nas escolas públicas do DF, rodas de leitura para as crianças sobre a valorização dos idosos, porque a gente entende que a política pública mais efetiva é a prevenção”, declarou a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani.

Essa iniciativa foi apoiada pela diretora da Escola Classe 502 do Itapoã Parque, Paula Augusto, que endossou a ideia da Sejus e vai promover a primeira roda de leitura durante o evento do Dia da Família, em maio, nas dependências da escola. Essas parcerias são essenciais para que as pessoas idosas sejam reconhecidas como sujeitos sociais plenos, com direitos e deveres, e que possam envelhecer com dignidade.

“Geralmente nós somos muito discriminados, mas eu quero ser respeitada. Não é porque sou idosa que não mereço respeito. Mas eu acredito que essa realidade vai mudar e esse gibi vai contribuir para isso, para que nós idosos sejamos mais respeitados. E eu e minha família amamos a Turma da Mônica, então essa iniciativa é muito boa”, comentou a aposentada Conceição Xavier, 65 anos, participante do projeto Viver 60+.

*Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

Fonte: Agência Brasília

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