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DF é referência nacional em aleitamento materno

No Dia Mundial do Aleitamento Materno, comemorado nesta quinta (21), os serviços da Secretaria de Saúde do (SES-DF) destacam-se como uma referência para o Brasil. “É devido ao empenho de uma enorme rede de profissionais e do reconhecimento da população que o DF ocupa o posto onde está”, avalia Graça Cruz, integrante da Coordenação de Políticas de Aleitamento Materno da SES-DF. 

A primeira versão da política de amamentação na capital tem origem em 1993, com a . De lá para cá, foram diversas iniciativas públicas na área. As medidas mais recentes incluem a implantação das e a em concursos públicos para doadoras de leite materno. 

No rol de ações da SES-DF, estão entre os destaques o método Canguru, que incentiva o contato pele a pele entre os pais e a criança recém-nascida; a regulação da atuação de doulas nas unidades da de saúde desde 2020 e a classificação do trabalho dos 14 bancos de leite humano como  Padrão-Ouro pela Fiocruz e pela Rede Nacional de Bancos de Leite Humano. 

Cuidado de décadas

O Dia Mundial do Aleitamento Materno remonta a 1981, quando os Estados-membros da Assembleia Mundial da Saúde (AMS), órgão deliberativo supremo da Organização Mundial da Saúde (OMS), aprovaram o .

No Brasil, cuja política de aleitamento materno é exemplo para o mundo, outro marco completou duas décadas em 2026: a , que destaca a . 

Ambos os textos regulam produtos e alimentos que podem ser utilizados como substitutos do aleitamento materno. De acordo com os documentos, são vedadas a distribuição de amostras de mamadeiras, bicos, chupetas e suplementos nutricionais indicados para recém-nascidos de alto risco e a atuação de representantes comerciais nas unidades de saúde. As medidas buscam enfatizar a importância da amamentação como forma de melhorar a nutrição e a saúde materno-infantil.

“Quando a gente protege o aleitamento materno, estamos contribuindo para a formação de um adulto mais saudável, com menor possibilidade de doenças crônicas e adequado desenvolvimento cognitivo”, explica Graça Cruz. “Buscamos a formação de um cidadão pleno.”

Resultados

Essa atuação no âmbito das políticas públicas garante bons resultados. De acordo com o mais recente da população acompanhada pela Atenção Primária à Saúde (APS) do DF, mais de 68% das crianças menores de 6 meses receberam aleitamento materno exclusivo (AME). Desse público, 90,5% apresentaram peso adequado. 

O resultado representa avanço em relação ao ano anterior, supera a média nacional em mais de 20% e cumpre com a meta da OMS de alcançar pelo menos 50% de AME até 2025. No que se refere ao aleitamento materno continuado (AMC), até os dois anos ou mais, 72,5% das crianças acompanhadas no DF estavam sob tal condição. O percentual é quase 30% superior à média nacional de 43,4%.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/w/df-e-referencia-nacional-em-aleitamento-materno

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