Na semana passada, alunos do Centro Interescolar de Línguas 01 de Brasília (CIL 01) tiveram uma experiência que aproximou a sala de aula do cenário internacional. Em duas sessões de conversa conduzidas inteiramente em inglês, os estudantes dialogaram sobre diplomacia, cultura e relações internacionais com o porta-voz da embaixada e dos consulados dos Estados Unidos no Brasil, Luke Ortega.
“Ver nossos estudantes dialogando em inglês com um representante do governo americano mostra que o que ensinamos aqui abre portas para o mundo”
A atividade mostrou, na prática, como o aprendizado de idiomas desenvolvido pela rede pública do Distrito Federal amplia oportunidades e prepara os estudantes para diferentes contextos acadêmicos e profissionais. Durante o encontro, os alunos fizeram perguntas, expressaram opiniões e utilizaram o idioma estudado no ambiente escolar em uma conversa real com um representante internacional.
“Os centros interescolares de línguas são um patrimônio da educação pública do Distrito Federal”, enfatizou a secretária de Educação do DF, Iêdes Braga. “Ver nossos estudantes dialogando em inglês com um representante do governo americano mostra que o que ensinamos aqui abre portas para o mundo.”
O encontro foi organizado pelo Núcleo de Língua Estrangeira (Nele) do CIL 01 e integra uma série de ações que aproximam os alunos da rede pública de ensino de falantes nativos e representantes de missões diplomáticas. Luke Ortega já havia participado de uma atividade semelhante no CIL de Sobradinho e aceitou o convite para repetir a experiência na unidade da Asa Sul.
Segundo ela, no início das conversas, a timidez costuma aparecer, mas rapidamente dá lugar à curiosidade e à participação. Os alunos passam a perguntar sobre cultura, diplomacia, música e experiências internacionais, percebendo que o idioma aprendido em sala de aula também pode ser utilizado em situações concretas.
A Secretaria de Educação conta com 17 unidades do CIL, que oferecem aos estudantes da rede pública o ensino gratuito de inglês, espanhol, francês, japonês e alemão, no contraturno das aulas regulares.
*Com informações da Secretaria de Educação

