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Saúde implanta novo exame de sangue na rede pública do DF

A Secretaria de Saúde (SES-DF) passou a oferecer, no fim deste ano, um novo exame de sangue que amplia a precisão dos diagnósticos e fortalece a segurança na avaliação clínica dos pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A eletroforese analisa a distribuição das principais proteínas séricas do organismo e contribui para a identificação de alterações associadas a diferentes condições clínicas.

O exame funciona como um mapa do perfil proteico do paciente. Ao mostrar como essas proteínas estão distribuídas, o teste ajuda a apontar alterações que podem indicar doenças, muitas delas difíceis de detectar em exames laboratoriais convencionais. A ferramenta é útil para compreender, principalmente, o funcionamento do sistema imunológico, do fígado e dos rins, além de permitir o acompanhamento mais preciso de usuários com doenças crônicas.

“Com a nova tecnologia, os pacientes passam a contar com diagnósticos mais rápidos e confiáveis”, explica o biomédico Samuel Dias, referência técnica distrital (RTD) em patologia clínica da SES-DF. “Isso melhora o acompanhamento médico, ajuda na definição do tratamento e amplia o acesso da população a exames modernos e de alta complexidade.” 

Tecnologia

Outro diferencial está no método utilizado para a análise. A eletroforese capilar torna o exame mais rápido, automatizado e preciso. “Diferentemente das técnicas antigas, que exigiam mais etapas manuais, o novo método reduz erros, melhora a qualidade dos resultados e permite identificar alterações com maior clareza; é a tecnologia mais recomendada e utilizada hoje nos melhores laboratórios do mundo”, enfatiza Samuel.

Disponível desde novembro, o teste é processado na Central de Exames Especializados, no Núcleo de Patologia Clínica (Nupac) do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), onde já foram feitos mais de mil exames desde a implantação. As solicitações podem ser feitas por qualquer unidade da rede pública, com coletas realizadas nas unidades básicas de saúde (UBSs) e em laboratórios regionais e hospitalares.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília

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