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Donald Trump vai à Suprema Corte e pode salvar o TikTok nos EUA; entenda

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, pode evitar que o TikTok seja banido do país a partir de janeiro de 2025. Na sexta-feira (27), o republicano solicitou à Suprema Corte a suspensão da lei federal que proíbe o app de vídeos de funcionar no país.

Em um documento apresentado ao tribunal, o futuro mandatário afirmou que busca uma solução política para salvar a plataforma de origem chinesa. Ele comentou que “possui a experiência consumada em negociações, o mandato eleitoral e a vontade para negociar uma resolução”.

Anteriormente, a justiça havia concordado em ouvir argumentos contrários ao projeto de lei aprovado este ano que proíbe a rede social nos EUA. A proposta permite que o presidente em exercício suspenda a aplicação da lei caso a chinesa ByteDance não seja mais a controladora do aplicativo.

No entanto, o prazo para que isso aconteça se encerra em 19 de janeiro de 2025, um dia antes da posse de Trump. Dessa forma, o sucessor de Joe Biden pediu à Suprema Corte que suspenda o prazo final, pois assim conseguiria negociar um acordo com o TikTok já como presidente dos EUA.

Antigo defensor do banimento do TikTok nos EUA, Trump pegou todos de surpresa quando deu a entender, durante a campanha eleitoral, que havia mudado de postura, passando a ser contra a proibição. Com mais de 14 milhões de seguidores na plataforma, ele alega que o app contribuiu para a sua vitória nas eleições.

O republicano também chegou a citar o bloqueio do X no Brasil como um exemplo de “perigo histórico” de proibição contra as redes sociais. Recentemente, o presidente eleito se encontrou com o CEO do TikTok, Shou Zi Chew, sinalizando que tentaria reverter a decisão judicial.

Apesar dos esforços, há uma grande pressão para que o app de vídeos seja proibido no país ou vendido para uma empresa americana. Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, o TikTok representa uma ameaça à segurança nacional ao supostamente compartilhar dados de usuários com o governo chinês, o que é negado pela empresa.

Fonte: Tecmundo

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