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Livro com trabalhos de estudantes da rede pública do DF é lançado no 2º Congresso da Felicidade

No Dia Internacional da Felicidade, celebrado pela Organização das Nações Unidas (ONU) na sexta-feira (20), o Museu Nacional da República recebeu educadores, pesquisadores e gestores públicos para o 2º Congresso da Felicidade de Brasília. Na ocasião, a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) marcou presença no evento e lançou o livro Escola da Felicidade, que reúne os trabalhos vencedores de estudantes de 16 escolas públicas participantes do concurso Educação para Felicidade.

A iniciativa é uma parceria entre a SEEDF, a Aliança das Mulheres que Amam Brasília (AmaBrasília) e o Movimento Brasília Capital da Felicidade. O concurso convidou os estudantes a expressar, por meio de desenhos, o que significa para eles uma educação para a felicidade e como seria uma escola onde se sentem felizes. Os trabalhos vencedores receberam prêmios de R$ 4 mil por escola e serviram de inspiração para a apresentação no 2º Congresso da Felicidade.

O evento contou com a participação da subsecretária de Educação Básica da SEEDF, Iêdes Braga, que conduziu uma palestra sobre o papel da escola na formação integral dos estudantes. Para Iêdes Braga, a escola precisa ir além da transmissão de conteúdo. “Não basta o estudante sair da escola com todos os conceitos internalizados. Nós precisamos formar seres humanos integrais”, afirmou.

A subsecretária trouxe ao debate um dos desafios mais persistentes deixados pela pandemia: o distanciamento afetivo e o aumento da ansiedade entre os jovens. Mesmo diante das dificuldades, Iêdes destacou o comprometimento das equipes da SEEDF em tornar o ambiente escolar mais leve e acolhedor.

“Temos desafios, temos dificuldades, mas temos, acima de tudo, um pessoal disposto a tornar a vida do nosso estudante mais leve, mais serena, mais tranquila. Porque isso gera condições para chegar ao estado de felicidade que precisamos”, declarou.

Bem-estar coletivo

O congresso, realizado pelo Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro (IPCB), reuniu especialistas nacionais e internacionais. Um dos destaques foi a presença de Lhatu, diretor executivo do Centro de Felicidade Interna Bruta do Butão, país referência mundial em políticas de bem-estar. O evento também apresentou os resultados da pesquisa Felicidade no Distrito Federal, desenvolvida pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF).

Para a subsecretária Iêdes Braga, a transformação começa dentro das escolas. “Para tornar Brasília a capital da felicidade, nós temos que começar pela escola. É na escola que acontecem as grandes transformações”, disse. Ela defendeu que a felicidade no ambiente escolar não pode ser tratada como algo superficial, mas como uma política pública de fato — diretamente ligada à aprendizagem e ao futuro das crianças.

*Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

Fonte: https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/w/livro-com-trabalhos-de-estudantes-da-rede-publica-do-df-e-lancado-no-2-congresso-da-felicidade

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