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Cultura popular e tecnologia chegam à Estrutural com o projeto Filhos da Terra

O projeto Filhos da Terra — Circuito de Educação Patrimonial segue sua programação no Distrito Federal e realiza, nos dias 14 e 15, uma série de atividades no CEF 2, na Cidade Estrutural. A iniciativa promove ações que integram cultura popular, tecnologia e educação patrimonial, com foco em estudantes de 10 a 15 anos do ensino fundamental I e II da rede pública.

Por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal (LIC-DF) e apoio do Instituto Neoenergia e da Neoenergia Brasília, o projeto prevê alcançar cerca de 2,5 mil estudantes em três regiões administrativas.

“O projeto Filhos da Terra representa exatamente o que a secretaria acredita: que a cultura pode dialogar com a educação e a tecnologia para fortalecer o sentimento de pertencimento das novas gerações. Ao levar experiências de educação patrimonial para estudantes da rede pública, especialmente em cidades como a Estrutural, ampliamos o acesso à cultura e valorizamos as manifestações populares brasileiras como parte fundamental da nossa identidade coletiva”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto.

A proposta pedagógica combina atividades presenciais e recursos digitais para aproximar os jovens do patrimônio imaterial brasileiro. A programação reúne apresentações de cultura popular, conversas, vivências interativas e experiências com jogos digitais educativos que abordam manifestações como o maracatu e a congada.

Na quinta-feira (14), as atividades serão realizadas das 9h30 às 14h, com apresentação cultural do Grupo de Capoeira da Mestra Monica, que leva ao público expressões tradicionais como capoeira, maculelê e sambadeiras, promovendo o contato direto com manifestações culturais brasileiras e fortalecendo a valorização das identidades locais.

Já na sexta-feira (15), a programação segue no período da tarde com conversas e atividades de jogos digitais, incentivando o diálogo, a troca de experiências e a interação dos estudantes com conteúdos educativos de forma dinâmica e participativa.

Um dos destaques do projeto é a atividade Game On, que utiliza estratégias de gamificação para estimular o engajamento dos estudantes. Por meio de jogos digitais, os participantes exploram elementos simbólicos, personagens e narrativas de tradições populares brasileiras em uma experiência lúdica e educativa.

O projeto também contempla a formação de professores e educadores

Além das ações com os estudantes, o projeto contempla a formação de professores e educadores, com acesso a videoaulas que apresentam a metodologia e as trilhas de conhecimento propostas. Como suporte pedagógico, as escolas recebem exemplares da coleção Cadernos de Cultura, que reúne registros de manifestações tradicionais brasileiras e pode ser utilizada em atividades em sala de aula.

Durante as atividades, são disponibilizados tablets com acesso à internet para garantir a participação dos estudantes nas experiências digitais. Os participantes também recebem materiais educativos, incluindo conteúdos sobre o uso consciente da energia, ampliando o alcance das ações para além do ambiente escolar.

O projeto é idealizado pelo fotojornalista e produtor cultural Eraldo Peres, que há quase uma década desenvolve iniciativas voltadas à documentação e valorização das culturas populares brasileiras. O Filhos da Terra já foi reconhecido nacionalmente, tendo sido finalista do Prêmio Rodrigo Melo Franco, concedido pelo Iphan.

*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Fonte: https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/w/cultura-popular-e-tecnologia-chegam-a-estrutural-com-o-projeto-filhos-da-terra

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